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As 5 vitórias mais marcantes do Timão

Nasci corintiano e desde pequeno carrego o amor pelo clube comigo, também pudera, minha família inteira é de torcedores fanáticos pelo Corinthians. Cresci vendo meu pai quebrando radinhos de pilha por causa do Timão, meu avô já jogou uma TV pela janela, o tio do meu pai não comia frutas, verduras e legumes que fossem verdes (sério gente, não estou exagerando). Esse mesmo tio do meu pai, na final de 77 que o Corinthians saiu da fila, ao ver o gol do Basílio, não agüentou e se cagou inteiro, literalmente.

Enfim, o Corinthians sempre fez parte da minha vida, mas a intenção do texto não é falar o significado dele pra mim e sim as alegrias que tive com ele, portanto listei abaixo as 5 vitórias que mais me marcaram nesses 25 anos de vida. Coloquei em ordem cronológica, sem me preocupar com o grau de importância.

5) Corinthians 1 X 0 São Paulo – Campeonato Brasileiro 1990

O primeiro título brasileiro do Corinthians, o primeiro título que vi o Corinthians ganhar. Apesar de ter apenas 5 anos na época, lembro-me bem deste jogo e do desejo de levarmos este campeonato.

O craque Tupãzinho, deu fim ao sofrimento com uns dos gols mais sofridos que já vi o Corinthians fazer.

O título era nosso!

4) Grêmio 0 X 1 Corinthians – Copa do Brasil 1995

Primeira Copa do Brasil e de forma invicta, na casa do adversário, com estádio lotado.

Lembro que a partida foi eletrizante, o Grêmio pressionava muito o Corinthians, pois bastava uma vitória simples para ganharem o título, já que o jogo de ida havia sido 2 a 1 pro Timão. Lembro ainda, que o jogo estava muito violento, até que então o Pé de Anjo, Marcelinho Carioca, aos 26 minutos do segundo tempo, pôs fim a essa agonia.

Corinthians na frente, com a mão na taça, houve confusão depois, Silvinho e Paulo Nunes foram expulsos, mas isso já não mudaria o placar. O Corinthians era campeão da Copa do Brasil.

3) Corinthians 2 x 1 Palmeiras – Campeonato Paulista 1995

Este jogo, talvez, seja o meu preferido. Lembro como se fosse ontem do jogo, gravei em VHS que tenho guardado até hoje.

Corinthians e Palmeiras jogavam com a rivalidade em seu auge, época que se o Timão perdesse, nem pra escola eu queria ir. O jogo foi vencido na mais pura raça. Elivelton foi o escolhido para marcar faltando apenas 2 minutos para o fim da prorrogação. Foi uma das maiores explosões de alegria que já tive. Um jogo vencido na garra, de virada e com gol na prorrogação. Prato cheio para qualquer torcedor.

2) Corinthians 3 X 2 São Paulo – Campeonato Brasileiro 1999

Foi um jogo histórico. Lembro que estava em um sitio com a família de um tio meu, que ao contrario da minha, é toda de são paulinos e somente meu irmão e eu de corintianos. Preferimos ouvir o jogo no rádio do carro do que assistir na sala com eles. Quem fica nervoso vendo jogo sabe do que estou falando, além de ter uma monte de gente falando na sua orelha e não poder ver o jogo em silencio, esse monte de gente é torcedor do time rival. Pois bem, ouvimos o jogo inteiro no rádio e cada gol foi comemorado como um título, os pênaltis defendidos pelo Dida então, nem se fala, não conseguia acreditar que ele tinha pegado duas penalidades.

Como nunca gostamos de comemorar antes da hora (porque isso dá zica, meus irmãos), esperamos o apito do juiz e ai sim, comemoramos a classificação.

Ganhar de virada DELAS, com o goleiro pegando dois pênaltis. Foi épico!

1) Corinthians 0 X 0 Vasco – 2000

Apesar de muitos contestarem, reclamarem, chiarem, espernearem, lamentarem ou o que quer que seja, SIM, o Corinthians é CAMPEÃO MUNDIAL DE CLUBES DA FIFA. Na galeria de ganhadores do mundial de clubes o Corinthians está lá e nada pode mudar isso. Podem vir com mimimimi que for. CORINTHIANS CAMPEÃO MUNDIAL. O choro é livre, amigos.

Vencer uma disputa de pênaltis é sempre mais comemorado, ainda mais quando é uma final.

Faltaram muitos outros jogos, mas só podia colocar os 5 mais marcantes e foram estes.

Fique a vontade para comentar, acrescentar, discutir ou até mesmo trollar. Concordando ou não, seria ótimo saber a sua opinião.

100 anos em 20

Até antes do dia 16 de dezembro de 1990 eu era só mais um Silva que a estrela não brilha um moleque ranhento que não era muito ligado em futebol. Lembro que na Copa daquele ano assisti Camarões e Argentina e simpatizei com os leões indomáveis, principalmente com o Roger Milla. Mas a Copa acabou e com ela minha repentina paixão por tudo ligado a gorduchinha que todo mundo ama.

Porém, no supracitado dia eu vi que o clima estava diferente. No começo era como uma tensão coletiva. As pessoas estavam apreensivas, você sentia isso com o vento. A rua que eu morava tinha pouca gente do lado de fora, incomum em um domingo de sol. Eu não entendia direito o por que daquilo, mas resolvi ficar apreensivo com as pessoas de casa, da rua, do bairro, quiçá do país.

Porém, não assisti o motivo de apreensão do pessoal. Não lembro, na verdade, o que estava fazendo até a hora que vi o lance do gol. Fabinho dá uma caneta em Ivan e tenta chutar. A bola sobra para Tupãzinho que empurra para o gol, de carrinho, no choro. Eu lembro que peguei uma camisa sei lá onde. coloquei ela num cabo de vassoura e saí para a rua feito Don Quixote, achando que estava de armadura e encarando todo mundo com o grito de campeão saindo da garganta.

Eu não sabia o que era o Corinthians, o que era torcer para um clube como o Timão. Mas naquele domingo de sol vi que aquela apreensão, aquele grito que saíra mais forte do que nunca, aquela explosão por algo desconhecido me acompanharia por 10, 20, 30, quantos anos  mais pela frente. E apesar da descrença no viver após morrer, é certo que em algum outro lugar eu ainda serei corinthiano.

Parabéns Coringão. Você vai além de ser ou não ser o primeiro, como bem disse o Toquinho.

Meu Corinthians de todos os tempos dos últimos 20 anos:

Ronaldo – não era brilhante, mas era gênio. Guardo para a vida o drible que ele deu no Edmundo, em um Corinthians e Palmeiras que perdemos. Teve sabor de vitória.

Rogério – em 20 anos eu não vi nenhum Zé Maria no Corinthians, mas o Rogério não comprometeu.

Gamarra – Stalingrado em forma de zagueiro.

Chicão – é técnico mas é raçudo. Um Ezequiel com classe.

Kléber – parecia que cruzava a bola com as mãos, parte importante do lado esquerdo do Parreira.

Rincón – o melhor volante que eu vi jogar na vida.

Vampeta – o segundo melhor volante que eu vi jogar na vida.

Marcelinho – sorri em chorei graças aquele pé de moleque ranhento.

Neto – meu primeiro ídolo. Gordo, brigador, fumante. Um vencedor.

Edílson – EMBAIXADOR.

Carlitos Tevez – a versão bonita do Maradona.

Visitantes #24, todo trabalhado na purpurina

Esse é o 24º episódio do Visitantes, trazendo pra vocês um super especial com o lado gay do famoso esporte bretão. Se você acha que futebol são apenas chutões pro alto, caneladas, dribles desconcertantes e entradas por trás…bem, tem entradas por trás mesmo.

Encaixou?

Mas tem muita cor, alegria e reboladas. Aproveite mais uma edição totalmente sensacional do seu podcast de futebol favorito, desta vez com a participação da Nayara.

Links úteis para apreciar essa edição:

- Richarlyson tomando um café com os amigos (vídeo);

- São paulino beijando o(a) Lacraia no baile funk (vídeo);

- Richarlyson quebrando tudo na comemoração de seu primeiro gol pelo São Paulo (vídeo);

Que isso Adri, olha o Carlos Alberto se tocando lá atrás...

E para ouvir é aquilo de sempre. Tá vendo aquele player ali em baixo? Dá uma apertadinha no play colega!

PS: Para os politicamente corretos de plantão, essa edição do podcast é uma grande brincadeira e não deve ser levada a sério por ninguém, mas se mesmo assim quiser nos chamar de homofóbicos vá em frente, TAMOS NEM AÊ E SÓ DEUS PODE NOS JULGAR!

PS2: O Bonilha e a Nayara no fim falam sobre o jogo Corinthians x São Paulo, que já rolou faz tempo, mas deixamos na edição assim mesmo.

ÔÔÔ Ô dor de cabeça é pior que o Eto’o

Quaaaaaaaaaaaaaaaaaaareeeeeeeeeeeeeeeenta e dois minutos de jogo. Seu time está mal. Aliás, mal está a Europa. Seu time já pediu concordata faz tempo. Você xinga o juiz, na esperança que ele pare de “prejudicar o andamento da partida”. Vê o adversário comemorando e começa a pensar na volta para casa, aquele carro com um torcedor do outro time que vai passar e buzinar para você. Pensa naquele pernil que você comeu antes de entrar no jogo e que, a esta hora, está comentando no seu estômago toda a rodada do campeonato e mais uns três jogos do passado. Pensa que ao chegar em casa seus amigos estarão na sua porta com rojões, cornetas, bandeiras, a coisa toda a te azucrinar.

Mas não para por aí. No dia seguinte tem o trabalho. Todo mundo é do outro time: o porteiro do prédio, a faxineira, o estagiário, a moça bonita que você não pode xingar porque quer sair com ela, o cara da filial que aparece uma vez por ano, geralmente após uma derrota como a que você vê agora, ao vivo e a cores. Você sente as têmporas latejarem, começa a fechar os olhos com uma força descomunal. Porque junto com a derrota e com a azia está ela, a dor de cabeça.

Se você é essa pessoa, a solução está logo aqui, como nos mostra a moça da foto.

Dá até para comer um churrasquinho

Não tem moleza, com o capacete toma olé dor de cabeça

As imagens foram enviadas pela fabricante Blockpain. Aparentemente deu certo, porque o Fogão deixou a enxaqueca de lado e ganhou do Avaí. Os acessórios que combatem a dor de cabeça valem mais do que muito gol que vemos por aí:

- Fone de ouvido com os seus gritos de torcida favorito;
- Estojo com tintas para pintar a cara;
- Porta-amendoim com e sem casca;
- Resultado dos jogos da rodada atualizados em tempo real.
- Prático megafone para “elogiar” o juiz.

Se vai funcionar ou não, é mais loteria do que disputa de penaltis. Mas uma coisa é certa: pior que seu time, ele não vai te deixar.

Não acredito nessas coisas…

Superstição e futebol são coisas que caminham de mãos dadas, lado a lado, desde a época que Charles Muller trouxe a primeira redonda embaixo do braço para uma galera de operários tirar o primeiro contra entre si. Aparentemente a primeira greve rolou ali, já que os patrões, esses modafocas sem coração, falaram que pagavam aquela miséria para trabalharem e não jogarem bola.

Fiz esse nariz de cera, para falar um pouco sobre esse negócio que, ora sim, ora não, acredito. Afinal sou aquele cara que, durante a Copa, rivalizou com Mick Jagger e, a certo momento, com o Polvo Paul (só nas oitavas), nos erros e acertos dos jogos das seleções mundiais.

Ontem, dia do clássico Majestoso, também conhecido como Corinthians e São Paulo (ou Galinhas/Gambás x Bambis) resolvi jogar o futebol dos galerosos com a uma nova camisa que adquiri essa semana, o lindo e maravilhoso manto de visitantes do São Paulo Futebol Clube.

Antes do jogo, confiante na vitória sobre aquele time rival do verde

Não que eu acredite fielmente (ops) ou piamente (ah sim) em azar, como os co-irmãos da Pompéia, mas durante o jogo, nunca marquei um gol, fiz um contra e ainda senti uma fisgada, como se fosse câimbra, na perna. Não joguei mal, pelo contrário, mas senti algo diferente hoje, principalmente que na semana passada marquei 3 e até chapéu dei (excluindo um lance bizarro numa cobrança de lateral, também conhecido como acidente de trabalho).

Após a partida, fui para casa e, outro sinal, acompanhei o jogo pela rádio CBN, já que nenhum canal, tirando o PFC, exibiu o clássico.

Sim, recoloquei a camisa, acreditando que traria sorte.

Se você não é de Marte, Acre, ou Parelheiros, já sabe o que aconteceu no jogo, 3×0 para o time da marginal sem estádio, com dois de Elias e um de Jucilei. JUCILEI! Só não foi pior, porque existe um jogador com vergonha na cara no São Paulo, também conhecido como Rogério Ceni, senão era uns 6 ou 7. Foi um baile!

Após a partida e uns protestos no Twitter (sim, xinguei muito lá) tirei a camisa, a olhei com carinho e pensei: “Não é culpa sua”.

Depois dos jogos, colocada para lavar.

Em todo caso, para a próxima partida, ou até clássico, ela ficará lá quietinha, no fundo do armário, para não sujar.

Afinal, não acredito nessas coisas.

Minhas camisas

Não chego a ser o que as pessoas chamam de colecionador. Eu tenho fascínio por camisas de futebol, compro sempre que vejo uma que considero histórica, apesar dos preços absurdos. Ao contrário de alguns colecionadores, uso as camisas que tenho, inclusive para jogar bola. E quase sempre tento ligá-las a uma história, a um momento boleiro. Nesta primeira leva teremos um misto: as camisas mais antigas de dois clubes do coração e suas versões mais atuais, além de um clássico e uma exótica.

Corinthians 1994

Os dois jogos da final da Copa do Brasil contra o Grêmio foram sofridos, apesar de termos ganhado aqui e lá, erguendo o caneco no Olímpico. A sete de Marcelinho Carioca estava lá comigo, escudo pressionado pela mão, numa aflição desgraçada. Por incrível que pareça, esse patrocínio da Suvinil funcionou bem na camisa do Corinthians. Deu um toque de uniforme da Alemanha do começo dos anos 90 ao uniforme do Timão. Acho bacana também os escudos na camisa, em moda nos anos 90.

O primeiro dono dessa camisa foi meu irmão que, a época, fazia faculdade de Educação Física na mesma instituição que o Marcelinho. Certo dia ele pediu para o jogador autografá-la e foi atendido. O azar dele é ter um irmão animal que joga bola com camisa autografada. Digam oi para mim, o animal em questão.

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Corinthians 2010

A camisa do primeiro semestre é um retorno a clássica preta e branca depois de muitos modelos desastrados para uns, legais para outros. Dois pontos positivos nessa camisa: a gola branca a moda antiga e o escudo gigante. Comprei ela quando fui a uma feira de futebol e a grande dúvida era qual nome colocar nas costas. Lembrei de Neto, Sócrates, pensei até no Maradona. Optei pelo Ezequiel, craque da grossura e símbolo da raça.

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Juventus 1996

A camisa da final da Champions de 1996, onde a Juve bateu o Ajax nos pênaltis por 4 x 2 após empatar em 1 x 1 no tempo normal. Foi a primeira camisa que comprei com meu dinheiro, não herdada do meu irmão. Sonho com o dia em que a Nike, nessa onde de fazer homenagens, retome esse layout das estrelas nos ombros. E de preferência com essa fonte de número de várzea.

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Juventus 2009

Da temporada passada, a última da New Holland. Lembra muito as camisas clássicas da Juve , sem muitos rodeios. Apesar de simples, acho uma das mais bonitas entre as que tenho.

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Brasil 1993/1994

A mais antiga da coleção, porque tenho dúvida se ela é de 1993. Lembro que o Romário usou uma igual contra o Uruguai, nas Eliminatórias, naquele jogo antológico do Maracanã. Os três escudos da CBF na camisa são geniais. A versão azul dessa camisa entra na lista de mais bonitas da vida.

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Copenhagen 2008

Gosto de camisas, e gosto em dobro quando tem patrocínio de cervejaria. Essa do Copenhagen preenche dois quesitos: é bonita e tem o logo da Carlsberg, patrocinadora que não estraga camisa alheias como a Carling faz com o Rangers na Escócia. Apesar do modelo para magros da Kappa, veste numa boa e não ressalta a barriga de gordo fumante. O símbolo do clube é bacana à beça.

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Drops de GIGA PUDDING da 14° rodada

A décima quarta rodada do Brasileirão foi de pouca surpresa.

Jogos de sábado.

Flamengo 1 x 0 Ceará

O Ceará fumou mas não tragou no ataque. Melhor para o Flamengo, que saiu com a vitória.

Atlético GO 0 x 2 Botafogo

Se eu nome for Atlético, corre no cartório mais próximo que a coisa está feia.

Palmeiras 2 x 0 Atlético PR

Leia comentário acima. Felipão, de “saco cheio”, finalmente ganhou após a volta da Copa. Prorrogou o visto no Brasil por mais dois anos.

Atlético Mineiro 3 x 1 Guarani

Pintou o campeão. Veja mais no blog dele.

Jogos de domingo.

Avaí 3 x 2 Corinthians

GO HOME IANQUES, gritou a torcida do Corinthians.

São Paulo 2 x 2 Cruzeiro

Casemiro foi o nome do jogo e nem era pelada de pedreiro.

Fluminense 3 x 0 Internacional

O Tricolor passou por cima da gurizada colorada e Muricy segue com um sorriso que diz “CHUPA BONILHA” no rosto.

Grêmio Prudente 1 x 2 Vasco

Eu não vi e duvido que você tenha visto.

Grêmio 2 x 0 Goiás

Quando não vale nada, o Grêmo ganha. Parece atletismo no Brasil.

Vitória 4 x 2 Santos

No desmanche santista, o último toca-fita apaga a luz.