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Golofobia

  • jan
  • 18
  • 2012

É como ganhar um Playstation em uma noite de Natal. Depois de quase três anos, Souza saiu do Corinthians para entrar para a história do Bahia.

Antes que o nobre leitor diga que eu tô de marcação com o atacante, o que é desnecessário já que a natureza dá conta do errado, vos digo que sofri mais que Helena em novela do Manoel Carlos. É impressionante a imperícia do Souza em marcar um tento sequer. Se Einstein nascesse com o meu cérebro, ele seria o Souza da matemática. Souza não tem visão periférica, porque a testa dele é maior que daqueles dinossauros testudos que aparecem nos filmes do Discovery. Apesar de alto, não tem impulsão, pois seu corpo possui um sistema de molas idiotas que o deixam mais mambembe que circo em Roraima. Chuta com a direita e com a esquerda como se estivesse em uma cadeira de rodas. Até no posicionamento o figura é ruim, haja vista que sua testa do tamanho da proa do Titanic o impede de fazer manobras simples como recuar para fugir de um impedimento.

Souza chuta torto, nunca se indireita, se posiciona mal e não acerta de cabeça...

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O ano do gambá na China

  • jan
  • 3
  • 2012

Que a chinesada é boa de drible, o mundo sabe. Imagina quantos chineses estão por aí, espalhados pelo planeta, dando fintas e olés em todo e qualquer tipo de agente da lei pronto para dar um carrinho na falsificação.

De gol também os caras manjam, vez que temos um bilhão de chinas e esses caras “marcam tento até no treino”, conforme os dizeres do seu primo lá de Piracicaba.

Mas falamos das amenidades do dia a dia de um chinês, não das quatro linhas. Dentro de campo os orientais correm tão bem quanto na 25 de março. Mas só. O futebol oriental não tem o passe dos colombianos ou a disposição brejeira dos africanos. Os Lees correm como perseguidos políticos. E nada além. Muito maroto no mercado de contratações, o Corinthians resolveu que é a hora de Mao Tsé usar o alvinegro e contratou Deng Xiaoping, Chang Ching Chong, Fin Fang Foom, sei lá o nome do desgracêra. Vamos chamá-lo de Maozé de agora até o final do texto.

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O parente inconveniente

  • set
  • 13
  • 2011

Corinthians: Não tô afim de ficar com o tio Brasileirão 2011. Puta mala.
São Paulo: Ai credo, também não quero não.
Vasco: Eu já tive de  aguentar a tia Copa do Brasil, tô fora, já ganhei meu presente de Natal. Fica com ele, Botafogo?
Botafogo:  Nossa, só de pensar nisso me dá vontade de chorar.
Fluminense: Eu fico!
Corinthians: Mas é até dezembro, hein Fluminense!
Fluminense: ATÉ DEZEMBRO? VOCÊS ESTÃO LOUCOS?!
São Paulo: Não tem quem aguente!
Palmeiras: Posso ficar?
Vasco: Tem que ter dinheiro para levar ele pelo menos para um sorvete, né Palmeiras?
Todos: Hahahahahahahahahaha!
Botafogo: E os caras lá de baixo?
Grêmio: Para, tô só enganando a torcida.
Palmeiras: Pô, ele não fica sem sorvete?
Internacional: Bah, eu topo, até novembro.
Corinthians: Tem de ser até dezembro!
Internacional: Bah!
Portuguesa: Eu quero! Eu quero!
São Paulo: Sai daqui moleque!
Corinthians: Vamos deixar ele cada semana com um de nós!
Santos: Eu vou viajar no final do ano, não posso.
Grêmio: E o Flamengo?
Flamengo: Para, esse tio tarado vive passando a mão na minha bunda quando não quero.
Todos: Mas você bem curtiu a festinha de 87?
Flamengo: Eu era jovem.
Cruzeiro: Deixa pro Atlético, eles não ganham nada há anos.
Atlético: O Torneio do Gelo é menos fria, tô fora.
CBF: Ninguém quer ficar com essa merda?
Todos: NÃO!
CBF: Então vou sortear, tô nem aí.

E assim será decidido o Campeonato Brasileiro. Em uma eletrizante eliminatória de par ou ímpar.

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Ah, se fosse o Bonilha…

  • jul
  • 29
  • 2011

Todo mundo conhece o pereba. É aquele cara que bate de canela quando quer mandar de trivela, que mata a bola de joelho quando quer matar na coxa e mata de cabeça quando quer matar de joelho. O pereba é essencial para o futebol pois, sem ele, não temos risadas dignas dos melhores episódios de Family Guy e dos jogos do Palmeiras.

E tem aqueles caras que são perebas profissionais. Gente que maltrata tanto a bola que transforma a redonda no Império Inca, sendo o pé do acraque em questão o navegador espanhol pronto para pilhar, destruir, invadir.

Adendo: acraque não é erro de digitação, pensem no “a” como prefixo de negação.

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Orgulho, preconceito e Vasco da Gama

  • jun
  • 3
  • 2011

Você que é ouvinte/leitor do Visitantes há um bom tempo sabe que eu, sempre que posso e até quando sou impedido, faço uma piada[bb] sobre o Vascão. Não que seja por ódio ao clube cruz maltino, longe de mim. Gosto muito do clube e admiro o fato dele ter sido o único brasileiro a – pelo menos até agora – conquistar um título importante em ano de centenário. Mas é necessário dizer: apesar de algumas vitórias, o Vasco sempre que pode flerta com o pastelão. E nem é de Belém.

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