Quaaaaaaaaaaaaaaaaaaareeeeeeeeeeeeeeeenta e dois minutos de jogo. Seu time está mal. Aliás, mal está a Europa. Seu time já pediu concordata faz tempo. Você xinga o juiz, na esperança que ele pare de “prejudicar o andamento da partida”. Vê o adversário comemorando e começa a pensar na volta para casa, aquele carro com um torcedor do outro time que vai passar e buzinar para você. Pensa naquele pernil que você comeu antes de entrar no jogo e que, a esta hora, está comentando no seu estômago toda a rodada do campeonato e mais uns três jogos do passado. Pensa que ao chegar em casa seus amigos estarão na sua porta com rojões, cornetas, bandeiras, a coisa toda a te azucrinar.
Mas não para por aí. No dia seguinte tem o trabalho. Todo mundo é do outro time: o porteiro do prédio, a faxineira, o estagiário, a moça bonita que você não pode xingar porque quer sair com ela, o cara da filial que aparece uma vez por ano, geralmente após uma derrota como a que você vê agora, ao vivo e a cores. Você sente as têmporas latejarem, começa a fechar os olhos com uma força descomunal. Porque junto com a derrota e com a azia está ela, a dor de cabeça.
Se você é essa pessoa, a solução está logo aqui, como nos mostra a moça da foto.
As imagens foram enviadas pela fabricante Blockpain. Aparentemente deu certo, porque o Fogão deixou a enxaqueca de lado e ganhou do Avaí. Os acessórios que combatem a dor de cabeça valem mais do que muito gol que vemos por aí:
- Fone de ouvido com os seus gritos de torcida favorito;
- Estojo com tintas para pintar a cara;
- Porta-amendoim com e sem casca;
- Resultado dos jogos da rodada atualizados em tempo real.
- Prático megafone para “elogiar” o juiz.
Se vai funcionar ou não, é mais loteria do que disputa de penaltis. Mas uma coisa é certa: pior que seu time, ele não vai te deixar.


